Num cenário previdente e orientado para o futuro a FIDESTRA proporcionou-nos esta acção formativa muito vocacionada para estes jovens.
Antes de mais começo por manifestar a convicção de que este tipo de acções formativas, integradas num organismo deste tipo são fundamentais para o funcionamento das empresas que se encontram posicionadas em mais do que um país do espaço europeu.
Ao longo da próxima década estima-se que venha a aumentar o número de postos de trabalho.
A oferta de competências influencia a tendência para o aumento do nível de qualificação exigido.
Novas competências para Novos empregos: antecipar e adequar as necessidades do mercado de trabalho e as competências, à luz da crise actual, necessidade de reforçar o capital humano e a empregabilidade, aumentado o nível das competências, adequa-las melhor à natureza dos novos empregos que vão sendo criados.
Um dos domínios em que incidiram as acções de formação foi a protecção do emprego e dos recursos humanos, assim como o incentivo ao empreendorismo.
O principal factor de crescimento e desenvolvimento da prosperidade de um país é a capacidade de criar oportunidades de emprego de qualidade. Um mercado de emprego moderno, inclusivo e concorrencial, proporcionando às empresas o acesso a uma mão de- obra mais vasta e flexível que se adapte melhor às necessidades do mercado de trabalho.
A construção da Europa faz-se com pessoas que todos os dias vencem obstáculos e ultrapassam discórdias, com a firme convicção de estarem activamente a construir uma empresa mais forte, um país melhor e uma Europa mais solidária.
É fundamental que a política social ande de mãos dadas com a política económica e deve ter por visão estratégica, nestes tempos de crise, uma recuperação sustentável, não só do tecido económico mas também do tecido social. E aqui o diálogo é fundamental. Nestes tempos de crise precisamos de uma Europa onde as políticas sociais sejam ainda mais fortes, baseadas em modelos sociais cada vez mais sustentáveis. E este é um ponto fundamental, porque pode estar em causa a sobrevivência da paz social. Este não é o tempo de fazer cortes nas despesas sociais, é o tempo de continuar, de forma decidida, a implementar as reformas estruturais necessárias.
O tempo urge, Se nada fizermos as crises voltarão, podendo-se originar movimentações sociais destrutivas de gravidade imprevisível. É fundamental entender que os trabalhadores, os quadros e os gestores das empresas europeias são actores sociais e protagonistas económicos no território da união.
Emprego Precário
O crescente aumento do desemprego, motivado por despedimentos colectivos ou por encerramento de empresas; a redução das condições de protecção aos desempregados, indicam que o emprego gerado será de pior qualidade e pior remunerado, a perda de direitos; o aumento da precariedade laboral; as novas formas de gestão do tempo de trabalho, as reestruturações, as subcontratações e deslocalizações são situações que impõem uma maior e mais eficaz intervenção a nível nacional e internacional.
Perante este cenário, quais são os objectivos para o futuro que propomos?
Passada a revista pelo posicionamento das organizações sindicais internacionais
Foi valorizado muito positivamente esta acção de formação
Os representantes dos diferentes países passaram em revista diversas realidades e indicadores, que consubstanciam as diferenças, mas também as semelhanças e várias complementaridades e interdependências dos diversos países, muito particularmente no que se refere ao tecido económico, ao mercado de trabalho, às condições de vida e à protecção social.
Reforçar o papel das organizações sindicais, continuar a formar adequadamente os representantes das organizações sindicais para que sejam mais eficazes no seu trabalho; prepara o futuro das negociações colectiva, com a finalidade de se comprometerem com o diálogo social, com o respeito pelo direito à sindicalização e com a ampliação dos benefícios sociais.
Esta é uma visão do que deve er o sindicato moderno, virado para o diólogo construtivo, com uma percepção clara de que a estratégia das empresas terá de ser implementada juntamente com o envolvimento e a dedicação dos seus colaboradores. Não será um caminho fácil, mas terão que conviver ao mesmo nível a Comissão de trabalhadores, o Conselho de Empresa e os secretariados sindicais, em diálogo permanente, com a Administração, embora com papeis distintos e autónomos com muita paciência e trabalho.
Assim como objectivos de avaliação do nosso trabalho nesta acção formativa podemos em síntese dizer:
Estivemos sempre motivados, melhoramos e maximizamos o rendimento,, compreendemos os objectivos do trabalho e a sua importância para o resultado das empresas, foi fomentada uma boa integração e assim foi melhorada a comunicação entre o formador e os formandos; houve feedback entre os diversos participantes.
CONCLUSÕES
Do que nos foi transmitido poderemos elaborar um esboço de propostas que sugerimos para sair da crise? Em conclusão:
A Europa a fim de ultrapassar os desafios com os quais está confrontada a curto prazo – deve elaborar um segundo plano de relançamento, concentrando-se num esforço de investimento.
Protecção do emprego;
Salvaguardar os sistemas de protecção social
Uma vez que não foi dada uma atenção particular ao desemprego dos jovens, quem vai pagar a factura, uma vez que nada está criado em comum para determinar este facto.?
A Europa necessita de uma estratégia de saída do desemprego e não simplesmente de uma estratégia de saída para os problemas fiscais.
Exortamos a FIDESTRA e a EZA a incrementar o compromisso de conseguir nos seus programas e estruturas o ajustamento das políticas activas de emprego e formação, o reforço e a diversificação da oferta formativa, a priorização das medidas de combate à precariedade do emprego, o acompanhamento permanente da evolução do nível, da duração e das características do desemprego e o desenvolvimento de políticas integradas de apoio aos desempregados.
Uma melhor intervenção junto de grupos específicos: jovens, idosos e emigrantes.
em 10 de Dezembro de 2009 em 01:07
Num cenário previdente e orientado para o futuro a FIDESTRA proporcionou-nos esta acção formativa muito vocacionada para estes jovens.
Antes de mais começo por manifestar a convicção de que este tipo de acções formativas, integradas num organismo deste tipo são fundamentais para o funcionamento das empresas que se encontram posicionadas em mais do que um país do espaço europeu.
Ao longo da próxima década estima-se que venha a aumentar o número de postos de trabalho.
A oferta de competências influencia a tendência para o aumento do nível de qualificação exigido.
Novas competências para Novos empregos: antecipar e adequar as necessidades do mercado de trabalho e as competências, à luz da crise actual, necessidade de reforçar o capital humano e a empregabilidade, aumentado o nível das competências, adequa-las melhor à natureza dos novos empregos que vão sendo criados.
Um dos domínios em que incidiram as acções de formação foi a protecção do emprego e dos recursos humanos, assim como o incentivo ao empreendorismo.
O principal factor de crescimento e desenvolvimento da prosperidade de um país é a capacidade de criar oportunidades de emprego de qualidade. Um mercado de emprego moderno, inclusivo e concorrencial, proporcionando às empresas o acesso a uma mão de- obra mais vasta e flexível que se adapte melhor às necessidades do mercado de trabalho.
A construção da Europa faz-se com pessoas que todos os dias vencem obstáculos e ultrapassam discórdias, com a firme convicção de estarem activamente a construir uma empresa mais forte, um país melhor e uma Europa mais solidária.
É fundamental que a política social ande de mãos dadas com a política económica e deve ter por visão estratégica, nestes tempos de crise, uma recuperação sustentável, não só do tecido económico mas também do tecido social. E aqui o diálogo é fundamental. Nestes tempos de crise precisamos de uma Europa onde as políticas sociais sejam ainda mais fortes, baseadas em modelos sociais cada vez mais sustentáveis. E este é um ponto fundamental, porque pode estar em causa a sobrevivência da paz social. Este não é o tempo de fazer cortes nas despesas sociais, é o tempo de continuar, de forma decidida, a implementar as reformas estruturais necessárias.
O tempo urge, Se nada fizermos as crises voltarão, podendo-se originar movimentações sociais destrutivas de gravidade imprevisível. É fundamental entender que os trabalhadores, os quadros e os gestores das empresas europeias são actores sociais e protagonistas económicos no território da união.
Emprego Precário
O crescente aumento do desemprego, motivado por despedimentos colectivos ou por encerramento de empresas; a redução das condições de protecção aos desempregados, indicam que o emprego gerado será de pior qualidade e pior remunerado, a perda de direitos; o aumento da precariedade laboral; as novas formas de gestão do tempo de trabalho, as reestruturações, as subcontratações e deslocalizações são situações que impõem uma maior e mais eficaz intervenção a nível nacional e internacional.
Perante este cenário, quais são os objectivos para o futuro que propomos?
Passada a revista pelo posicionamento das organizações sindicais internacionais
Foi valorizado muito positivamente esta acção de formação
Os representantes dos diferentes países passaram em revista diversas realidades e indicadores, que consubstanciam as diferenças, mas também as semelhanças e várias complementaridades e interdependências dos diversos países, muito particularmente no que se refere ao tecido económico, ao mercado de trabalho, às condições de vida e à protecção social.
Reforçar o papel das organizações sindicais, continuar a formar adequadamente os representantes das organizações sindicais para que sejam mais eficazes no seu trabalho; prepara o futuro das negociações colectiva, com a finalidade de se comprometerem com o diálogo social, com o respeito pelo direito à sindicalização e com a ampliação dos benefícios sociais.
Esta é uma visão do que deve er o sindicato moderno, virado para o diólogo construtivo, com uma percepção clara de que a estratégia das empresas terá de ser implementada juntamente com o envolvimento e a dedicação dos seus colaboradores. Não será um caminho fácil, mas terão que conviver ao mesmo nível a Comissão de trabalhadores, o Conselho de Empresa e os secretariados sindicais, em diálogo permanente, com a Administração, embora com papeis distintos e autónomos com muita paciência e trabalho.
Assim como objectivos de avaliação do nosso trabalho nesta acção formativa podemos em síntese dizer:
Estivemos sempre motivados, melhoramos e maximizamos o rendimento,, compreendemos os objectivos do trabalho e a sua importância para o resultado das empresas, foi fomentada uma boa integração e assim foi melhorada a comunicação entre o formador e os formandos; houve feedback entre os diversos participantes.
CONCLUSÕES
Do que nos foi transmitido poderemos elaborar um esboço de propostas que sugerimos para sair da crise? Em conclusão:
A Europa a fim de ultrapassar os desafios com os quais está confrontada a curto prazo – deve elaborar um segundo plano de relançamento, concentrando-se num esforço de investimento.
Protecção do emprego;
Salvaguardar os sistemas de protecção social
Uma vez que não foi dada uma atenção particular ao desemprego dos jovens, quem vai pagar a factura, uma vez que nada está criado em comum para determinar este facto.?
A Europa necessita de uma estratégia de saída do desemprego e não simplesmente de uma estratégia de saída para os problemas fiscais.
Exortamos a FIDESTRA e a EZA a incrementar o compromisso de conseguir nos seus programas e estruturas o ajustamento das políticas activas de emprego e formação, o reforço e a diversificação da oferta formativa, a priorização das medidas de combate à precariedade do emprego, o acompanhamento permanente da evolução do nível, da duração e das características do desemprego e o desenvolvimento de políticas integradas de apoio aos desempregados.
Uma melhor intervenção junto de grupos específicos: jovens, idosos e emigrantes.
em 23 de Dezembro de 2009 em 22:30
Feliz Natal e um Bom Ano, e que se realizem todos os seus sonhos.
Abraço.
em 23 de Dezembro de 2009 em 22:47
Estimado amigo
Espero, antes de mais, que estejas bem.
Para ti e para a tua família, desejo um Natal Feliz e que o ano de 2010 seja de muitos êxitos pessoais e com muita saúde.
Um abraço
em 8 de Julho de 2011 em 15:13
Estimados amigos,
Deixo aqui o link para a mInha Casa de Turismo em Espaço Rural e da Cooperativa VisitMinho, a qual pretende promover e desenvolver a Região Minhota.
http://www.casafundevila.com
http://www.visitminho.com